Fielzão
O tão sonhado Fielzão pode ser erguido em São Paulo com capital 100% nacional. O Corinthians negocia, sem a participação do Grupo MSI, a construção do seu estádio multiuso também com um grupo de investidores do Brasil.
O grupo nacional, que ainda não tem empresa formada, é o segundo a manter contato com o Corinthians neste ano para a construção da Arena. Um outro grupo, este de investidores europeus, já havia demonstrado interesse.
As conversações, ainda incipientes, começaram logo depois que o presidente do clube, Alberto Dualib, voltou da Europa.
A idéia é a mesma dos tempos da Hicks Muse Furst & Tate: uma arena com restaurantes e lojas, que pode ser usado também em shows e eventos não esportivos.
Na época, a Hicks tinha, ao menos, terreno na Rodovia Raposo Tavares e projeto para a construção do estádio corintiano.
Apesar de Dualib dizer que negocia sem a participação do MSI, foi o magnata russo Boris Berezovisk, um dos sócios do MSI, o primeiro a falar, neste ano, em erguer o Fielzão para o Corinthians. Em maio deste ano, afirmou ao jornal “O Estado de S. Paulo” que investiria até US$ 50 milhões no projeto.
Mas sua visita ao Brasil foi cancelada pois, conforme o LANCE! publicou na ocasião, a embaixada russa ameaçou pedir a extradição do empresário, procurado no país europeu por crimes financeiros.
O MSI nega que Berezovisk seja um dos sócios do grupo.
O grupo nacional, que ainda não tem empresa formada, é o segundo a manter contato com o Corinthians neste ano para a construção da Arena. Um outro grupo, este de investidores europeus, já havia demonstrado interesse.
As conversações, ainda incipientes, começaram logo depois que o presidente do clube, Alberto Dualib, voltou da Europa.
A idéia é a mesma dos tempos da Hicks Muse Furst & Tate: uma arena com restaurantes e lojas, que pode ser usado também em shows e eventos não esportivos.
Na época, a Hicks tinha, ao menos, terreno na Rodovia Raposo Tavares e projeto para a construção do estádio corintiano.
Apesar de Dualib dizer que negocia sem a participação do MSI, foi o magnata russo Boris Berezovisk, um dos sócios do MSI, o primeiro a falar, neste ano, em erguer o Fielzão para o Corinthians. Em maio deste ano, afirmou ao jornal “O Estado de S. Paulo” que investiria até US$ 50 milhões no projeto.
Mas sua visita ao Brasil foi cancelada pois, conforme o LANCE! publicou na ocasião, a embaixada russa ameaçou pedir a extradição do empresário, procurado no país europeu por crimes financeiros.
O MSI nega que Berezovisk seja um dos sócios do grupo.
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